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3 de janeiro de 2026

Venezuela livre???

 

Estamos vendo em tempo real a invasão dos EUA a um país livre.

A grande desculpa da vez: Maduro é ditador e seu governo protege o narcotráfico, mas será?

Precisamos lembrar qual era a desculpa para a invasão do Iraque?

A Venezuela tem as maiores reservas de petróleo do mundo ( https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47795371 ) e isso já é um bom motivo, ou melhor, é o único motivo!

A Venezuela não está longe, menos gasto com logística, não é um país com grande poder de resistência armada, derrubando o governo de Maduro e ajudando a dar um golpe colocando um governo alinhado a seus interesses facilita para os EUA tomar posse do petróleo venezuelano.

O resto é conversa, é cortina de fumaça, há países com ditaduras muito mais efetivas, com ataques a seus cidadãos, execuções, terrorismo, mas esses países não têm o que interessa aos Estado Unidos, o país mais terrorista e invasor do planeta.

Não há nada de novo no modus operandi desse governo imperialista, terrorista e invasor...


15 de outubro de 2023

Israel ou Palestina?

 Ano passado Rússia e Ucrânia, um conflito armado, uma guerra entre dois países, um europeu e outro transcontinental, com suas histórias e problemática geopolíticas.

Agora, recentemente, Israel e Palestinos, passeatas em favor de um e de outro, duas nações com suas histórias, conflitos, que envolvem uma série de fatores geopolíticos como colonialismo, religião, etnias, invasões, conflitos etc.
Além desses dois conflitos, existem outros dentro do continente africano, com golpes e conflitos civis entre seus povos. Esses conflitos não tem tanta mídia, pense o motivo, não tem tanto interesse de quem domina.
No Brasil não temos guerras, mas temos vários conflitos envolvendo os indígenas, negros na cidade e nos quilombos, trabalhadores em condições análogas à escravidão, drogas e milícias. Como esses conflitos no Brasil ocorrem em locais específicos e com populações específicas, não causam uma comoção generalizada e nem uma empatia que leve a ações concretas do próprio povo.
As redes sociais fabricam especialistas sem o serem e aqueles que o são pouco espaço tem na mídia.
Não aceitamos opiniões em nossas vidas que não estão de acordo com aquilo que queremos, mas opinamos em coisas que nem temos profundidade para fazê-lo. O mínimo é pegar livros de história e ler muito para, ainda com muita dúvida, esboçar uma opinião além do senso comum.