6 de outubro de 2026

Um novo 1964 ou uma nova colônia?

 

Primeiro turno findado e o resultado posto, o cenário que a maioria imaginava, a polarização que vem cegando grande parte da população.

Não é voto de protesto e nem voto consciente, é voto de ódio, sem saber o porquê, é voto para tirar um e colocar outro sem nenhum tipo de análise crítica.

A corrupção que se atribui a um não se atribui a outro, mesmo com todas as evidências e provas, mesmo estando escancarada, mas o ódio cego só enxerga uma coisa, tirar o que está.

Não importa o que determinado candidato diga, se vai tirar direitos, se vai jogar o país de arrasto nos pés do imperialismo, entregar nossas riquezas, o que importa é tirar quem está, nem que seja para vender a alma, o patriotismo que não é patriotismo.

Estaríamos às portas de um novo 1964? Voltaremos a ser uma colônia?

As mulheres podem perder o direito ao voto, o Brasil perder sua soberania, podemos entregar nossas riquezas de mão beijada, o importante é tirar quem está.

Tínhamos alternativas sim, mas quem procura saber quem são? A própria mídia já escolhe os que devem estar na berlinda e inviabiliza os demais. Hoje o candidato não precisa ter um plano de governo, basta “lacrar”, fazer cortes nas redes, falar um monte de coisas desconexas, sem base e fundamento, basta criar espantalhos e gritar muito.

Enfim, espero que não seja um fim...e que tenhamos que passar mais duas décadas de abusos...a história deve servir para que aprendamos a não repeti-la, porém, poucos ligam para as aulas de história, sociologia, geografia, filosofia...

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