Política e futebol ou política se “tornou” futebol?
Parece que toda eleição é a mesma coisa: torcidas organizadas nas redes sociais torcendo por um candidato, com bandeiras, jingles e muita paixão.
Claro que você pode torcer pelo(a) candidato(a) que lhe agrada. Aliás, pode apoiar aquele(a) que apresenta propostas nas quais você acredita e que podem fazer a diferença na vida do povo, visando ao bem comum. Mas sabemos que, muitas vezes, não é bem assim.
As pessoas se agridem, desfazem amizades de anos e até rompem relações familiares por conta de políticos.
Defender político não é uma escolha muito sábia, pois todo político é passível de erro e nem sempre cumprirá aquilo que promete. Nem sempre votará pensando no bem comum. Dependendo de quem financiou sua campanha, poderá acabar votando ou apresentando projetos de acordo com os interesses daqueles que o apoiaram.
Por isso, antes de escolher seu candidato, procure conhecer suas propostas para a saúde, o trabalho, a segurança, a educação e outras áreas importantes. Conheça também os demais candidatos que estão na disputa.
Talvez, dessa forma, sua escolha seja menos baseada em torcida e mais em convicção.
Porque política não deveria ser como futebol: não precisamos escolher um time e defendê-lo a qualquer custo. Precisamos escolher propostas, avaliar ideias e cobrar resultados.
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